
Um menino sujo e magrinho sobe no ônibus e começa a distribuir (ou jogar no colo das pessoas) um papelzinho também sujo, onde está escrito:
“Mim ajude a comprar comida para mim e meus irmão minha mãe esta desempregada e meu pai esta doente. Deus abençõe".
A questão é: porquê ele não compra comida com o dinheiro de mandar fazer os papeizinhos e fala normalmente pra pedir?
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Um cara entra no ônibus pra tocar pandeiro e cantar músicas evangélicas. Um desrespeito aos ateus e um motivo pra ficar com ódio se estiver com sono. Só agrada aos evangélicos. Será que eles querem converter alguém com isso?
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Você entra num ônibus e tem dois caras conversando alto. Você escolhe um lugar e senta. Esta conversa vira uma discussão. Em alguns minutos os homens levantam e começam a brigar, e saem no tapa. O motorista abre as portas e sai correndo. Todo mundo sai correndo.
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Uma turma de emos sobe no ônibus gritando, fazendo escândalo, se agarrando uns com os outros, tirando as camisas, fazendo contorcionismo, se pendurando nos ganchos do teto, pulando, falando putaria e cantando.
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Uma mulher entra no ônibus e conta a história de sua vida. Sua filha morreu há pouco tempo, e esta era quem lhe ajudava financeiramente. A mulher ainda abalada fala que não quer passar a vida pedindo, quer começar um negócio com uma barraca de cachorro quente e pede encarecidamente que os passageiros a ajudem da forma que puderem a reconstruir sua vida, até 10 centavos ajuda.
Cobrador: Eu conheço a senhora... a senhora tem umas casas de aluguel lá em Gaibu!
Mulher: Mentira! Seu cabra safado! Não fale o que você não sabe! Eu sou decente!
Cobrador: É verdade sim! Blá blá blá...
Mulher: Blá! Blá!... (bate-boca)
Passageiros atônitos.
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Agora a melhor, uma coisa que, quando acontece, é só uma vez na vida: Um cara sobe no ônibus e começa a contar um pouco de sua história, de como seu irmão morreu de câncer etc. Quando todo mundo acha que ele vai pedir dinheiro, ele pede visitas para uma casa que cuida de crianças com câncer. Se identifica, diz onde trabalha, distribui seu e-mail e telefone para maiores esclarecimentos e diz que apesar de trabalhar o dia todo numa empresa, arruma um tempo para ser voluntário. Tudo mundo começa a se interessar e fazer perguntas, e trocar canetas para anotar o e-mail do cara e o site da instituição. Infelizmente perdi os contatos do cara, vou ver se encontro o site pra postar aqui. Me deu vontade de chorar e uma sensação fantástica de saber que o mundo não tá totalmente perdido.
E você ainda quer ter um carro???
Nota: todas as histórias são verídicas e foram presenciadas pela blogueira.



